Quando criança,pensamos: Quando eu irei crescer?
Quando adolescentes,pensamos: Com quantas meninas vou ficar?
Quando jovens,pensamos: Que carro vou conseguir comprar?
Quando adultos, pensamos: Até onde vou conseguir chegar nesta empresa?
Quando velhos, pensamos:Até quando irei viver?
Quando morrermos,pensaremos: Porque eu não me pensei somente em ser Feliz?
Evandro SvdriQuando adolescentes,pensamos: Com quantas meninas vou ficar?
Quando jovens,pensamos: Que carro vou conseguir comprar?
Quando adultos, pensamos: Até onde vou conseguir chegar nesta empresa?
Quando velhos, pensamos:Até quando irei viver?
Quando morrermos,pensaremos: Porque eu não me pensei somente em ser Feliz?
Quem transforma as mulheres em galinhas... são os próprios homens.
Tudo bem. Queremos meninas legais, sexys, taradas, bonitas,
inteligentes e boazinhas... Muito fácil falar, pois quando
aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente
pensa é: Oba, me dei bem. Ficamos com elas uma vez, duas.
Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães
gostariam de ter como noras. Se sair um namoro, vai ser uma
relação estável. Você vai buscá-la na faculdade, vocês vão ao
cinema, num barzinho, vai ter sexo toda a semana...Tudo básico,
até virar uma rotina sem graça... Você vai olhar os caras bem
vestidos e bem humorados indo pra noite arrasar com a
mulherada e vai morrer de inveja (sem saber que eles estão
morrendo de inveja do seu relacionamento, da sua namorada
superiormente interessante comparada as meninas da night)Vai
sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite,
falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela
dançadinha mais provocativa na pista... Você pensa: Acho
que não estou pronto pra isso, pra me enclausurar pro
resto da vida nesse namoro. E a boa menina se transforma
numa "MALA", e aos poucos vai surgindo um nojo dela, uma
aversão. Quando tu vê o nome dela no celular, não dá vontade
de atender, você pensa: NÃO TÔ MAIS AFIM, NÃO GOSTO MAIS DELA,
JÁ ERA. Daí aquela promessa de vida estável vai por água abaixo
a menina não se dá conta, a gente começa a ser grosso, muito grosso.
E a pobre menina pensa: O que eu fiz? Não sou bonita, legal, inteligente, companheira, boa o suficiente? Será que há outra
(geralmente há, porque não nos cansamos de boas conquistas,
porque também achamos que outras não vão ficar no nosso pé,
ou que serão as outras as noras que sua mãe pediu a Deus.
Muito nos enganamos nesta vida...), será que da para confiar?
Coitada, ela não fez nada e, a culpa é nossa mesmo (temos
medo de enfrentar as dificuldades e as privações do mundo
de solteiro. Temos medo de nos prendermos de verdade
aquela menina boazinha que temos certeza que seriam
capazes de suportar qualquer coisa para nos fazer bem)...
GRANDE ILUSÃO.
Você chega em casa depois da balada, sozinho e
fica tentando descobrir porque você não está
satisfeito (porque mesmo estando com outra no
lugar da boazinha sempre há uma questão: será
que troquei o certo pelo duvidoso. Como estará
a menina boazinha sem que eu esteja por perto
pra tomar de conta... coisas realmente verdadeiras
dentro desta felicidade momentânea que vivemos agora.)
Ah! e pensa : De repente foi porque a menina da night,
a linda, gostosa, misteriosa, ficou contigo, passou
a mão, rolou algo mais , mas você no interior ainda
está insatisfeito sem saber direito qual a razão,
bom você diz : vai ver não estava muito inspirado,
a cerva não era bem gelada, a galera não tava muito
na pilha, foi uma situação ocasional,sei lá, mas
tenta arranjar um motivo para a tal insatisfação interior. FRUSTRAÇÃO. Daí, por mais que você não
queira, você pensa, de algum modo, na sua menina
boazinha que você deixou pra trás... (mas
não admitindo muito, querendo fugir do tal
pensamento, achando que é apenas um momento, que vai logo passar).
Aí, a gente volta pra nossa vidinha, que a gente odiava até
semanas atrás (os amigos são os mais novos possíveis,
a gente tenta se afastar da monótona vida que estavamos
levando antes. E essa nova "mina", e essa nova galera
trata a gente como se fossemos maiorais, e a gente
faz tudo pra estar perto dessa nova vida tentando
desesperadamente apagar a vida anterior. Alias,
neste ponto, a gente tenta realmente apagar tudo
que nos prende a menina boazinha, até falar com
ela é uma coisa intolerável. "Primeiro passo do
arrependimento”). A gente não vê a hora de sair,
esquecer e arrasar na noite com a galera.
Enquanto isso, a boa menina, chateada, lesada,
custa a entender o que ela fez pra ter te afastado dela...
Daí essa dúvida vira angústia, ressentimento, que vira raiva.
Aí a menina manda tudo a puta que pariu... Não quer mais saber
de nada, só de sair beijando muito cara. Resolve não se
envolver mais, pra não sair lesada, chutada, humilhada ou
chateada... Muito bem, acabamos de criar uma monstra (por
mais inteligente que ela seja, é inevitável, mecanismo de
defesa. Ninguém vive decepções amorosas mais de uma vez na
vida)... O tempo passa e a gente continua na mesma... Volta
a reclamar da vida e das mulheres. Elas só querem as coisas
com homens cachorros e não estão nem aí pra nós... Atenção:
- Elas são assim por culpa nossa. A mulher vulcão da night
de hoje, era a boa menina de outro homem ontem... e assim
sucessivamente... Provavelmente, essa nossa ex-boa menina,
deve estar enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí...
E eu a perdi para sempre, ela virou uma mulher enlouquecedora
e a encontrei na balada e nem olhou para mim...
(Autor desconhecido)Tudo bem. Queremos meninas legais, sexys, taradas, bonitas,
inteligentes e boazinhas... Muito fácil falar, pois quando
aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente
pensa é: Oba, me dei bem. Ficamos com elas uma vez, duas.
Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães
gostariam de ter como noras. Se sair um namoro, vai ser uma
relação estável. Você vai buscá-la na faculdade, vocês vão ao
cinema, num barzinho, vai ter sexo toda a semana...Tudo básico,
até virar uma rotina sem graça... Você vai olhar os caras bem
vestidos e bem humorados indo pra noite arrasar com a
mulherada e vai morrer de inveja (sem saber que eles estão
morrendo de inveja do seu relacionamento, da sua namorada
superiormente interessante comparada as meninas da night)Vai
sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite,
falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela
dançadinha mais provocativa na pista... Você pensa: Acho
que não estou pronto pra isso, pra me enclausurar pro
resto da vida nesse namoro. E a boa menina se transforma
numa "MALA", e aos poucos vai surgindo um nojo dela, uma
aversão. Quando tu vê o nome dela no celular, não dá vontade
de atender, você pensa: NÃO TÔ MAIS AFIM, NÃO GOSTO MAIS DELA,
JÁ ERA. Daí aquela promessa de vida estável vai por água abaixo
a menina não se dá conta, a gente começa a ser grosso, muito grosso.
E a pobre menina pensa: O que eu fiz? Não sou bonita, legal, inteligente, companheira, boa o suficiente? Será que há outra
(geralmente há, porque não nos cansamos de boas conquistas,
porque também achamos que outras não vão ficar no nosso pé,
ou que serão as outras as noras que sua mãe pediu a Deus.
Muito nos enganamos nesta vida...), será que da para confiar?
Coitada, ela não fez nada e, a culpa é nossa mesmo (temos
medo de enfrentar as dificuldades e as privações do mundo
de solteiro. Temos medo de nos prendermos de verdade
aquela menina boazinha que temos certeza que seriam
capazes de suportar qualquer coisa para nos fazer bem)...
GRANDE ILUSÃO.
Você chega em casa depois da balada, sozinho e
fica tentando descobrir porque você não está
satisfeito (porque mesmo estando com outra no
lugar da boazinha sempre há uma questão: será
que troquei o certo pelo duvidoso. Como estará
a menina boazinha sem que eu esteja por perto
pra tomar de conta... coisas realmente verdadeiras
dentro desta felicidade momentânea que vivemos agora.)
Ah! e pensa : De repente foi porque a menina da night,
a linda, gostosa, misteriosa, ficou contigo, passou
a mão, rolou algo mais , mas você no interior ainda
está insatisfeito sem saber direito qual a razão,
bom você diz : vai ver não estava muito inspirado,
a cerva não era bem gelada, a galera não tava muito
na pilha, foi uma situação ocasional,sei lá, mas
tenta arranjar um motivo para a tal insatisfação interior. FRUSTRAÇÃO. Daí, por mais que você não
queira, você pensa, de algum modo, na sua menina
boazinha que você deixou pra trás... (mas
não admitindo muito, querendo fugir do tal
pensamento, achando que é apenas um momento, que vai logo passar).
Aí, a gente volta pra nossa vidinha, que a gente odiava até
semanas atrás (os amigos são os mais novos possíveis,
a gente tenta se afastar da monótona vida que estavamos
levando antes. E essa nova "mina", e essa nova galera
trata a gente como se fossemos maiorais, e a gente
faz tudo pra estar perto dessa nova vida tentando
desesperadamente apagar a vida anterior. Alias,
neste ponto, a gente tenta realmente apagar tudo
que nos prende a menina boazinha, até falar com
ela é uma coisa intolerável. "Primeiro passo do
arrependimento”). A gente não vê a hora de sair,
esquecer e arrasar na noite com a galera.
Enquanto isso, a boa menina, chateada, lesada,
custa a entender o que ela fez pra ter te afastado dela...
Daí essa dúvida vira angústia, ressentimento, que vira raiva.
Aí a menina manda tudo a puta que pariu... Não quer mais saber
de nada, só de sair beijando muito cara. Resolve não se
envolver mais, pra não sair lesada, chutada, humilhada ou
chateada... Muito bem, acabamos de criar uma monstra (por
mais inteligente que ela seja, é inevitável, mecanismo de
defesa. Ninguém vive decepções amorosas mais de uma vez na
vida)... O tempo passa e a gente continua na mesma... Volta
a reclamar da vida e das mulheres. Elas só querem as coisas
com homens cachorros e não estão nem aí pra nós... Atenção:
- Elas são assim por culpa nossa. A mulher vulcão da night
de hoje, era a boa menina de outro homem ontem... e assim
sucessivamente... Provavelmente, essa nossa ex-boa menina,
deve estar enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí...
E eu a perdi para sempre, ela virou uma mulher enlouquecedora
e a encontrei na balada e nem olhou para mim...
"Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!
(...)
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!
Escola é onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!"
Eu não sei na verdade quem eu sou - Fernando AnitelliPalhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!
(...)
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!
Escola é onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!"
Aprendi que meninas boazinhas colecionavam elogios e presentes.
Eu colecionava bolinhas de gude e cicatrizes.
Hoje, enquanto algumas esperam viver um conto de fadas
Eu já beijei príncipe que virou sapo, construí castelos para morar sozinha,
despedi a fada madrinha, escolhi viver com o "lobo",
ouvi várias histórias mas resolvi escrever a minha.
Renata FagundesEu colecionava bolinhas de gude e cicatrizes.
Hoje, enquanto algumas esperam viver um conto de fadas
Eu já beijei príncipe que virou sapo, construí castelos para morar sozinha,
despedi a fada madrinha, escolhi viver com o "lobo",
ouvi várias histórias mas resolvi escrever a minha.
Depoimento de um garoto:
Na cabeça das meninas, só tem um sonho.'O de encontrar a alma-gemea' . E sempre me falaram que essa tal alma-gemea
é aquela pessoa que tem os mesmo gostos q o seu, aquela que é vc no sexo contrario.
E quando eu menos esperei encontrei minha alma-gemea, nunca acreditei nisso,mas naquele dia eu vi na minha frente tudo o que eu queria em uma garota.
Ela gostava das mesmas musicas que eu,das materias escolares,dos mesmo animais, sonhos de viajem, e as pessoas que eu nao gostava,incrivelmente ela tambem nao gostava!
Pensei que estava no céu, eu amava ela e ela me amava.E como amava!
Mais ironicamente, eu fui enjoando, fui querendo apenas zuar com os amigos, sem ela.Eu daria a vida para que ela nao quizesse sair comigo e eu pudesse ir com meus amigos, enquanto ela dava a vida para passar pelo menos uma hora comigo. E quando derepente minha alma-gemea se transformou em uma bonequinha, igual aquela boneca velha que minha irmã tinha, que só brincava com ela quando tinha vontade e se visse outra melhor deixava ela de canto, mas quando enjoava da nova, voltava pra ela dnovo e tornava a deixa-la na estante.
Mas como na historia do pinoquio, minha bonequinha criou vida e decidiu nao ser mais uma boneca. Ela me deixou e no começo eu só pensava quem seria minha proxima bonequinha,quem ia me ajudar quando eu mais preciso,quem ia ta comigo em todos os momentos, quem ia dar a vida por um momento comigo? E foi ai que minha ficha caiu e eu vi que eu tratei minha alma-gemea como uma boneca, que eu nao dei valor na coisa mais preciosa que eu tinha e dói adimitir isso.
Mas eu sei que a dor maior ainda não chegou, ela vai chegar quando A MINHA bonequinha decidir ser a bonequinha de outro cara.
E vai doer,como nunca doeu antes e a unica coisa que vou poder fazer é sofrer e remoer.
E é assim que eu estou conheçendo, o tal do arrependimento.
Eloá M.Na cabeça das meninas, só tem um sonho.'O de encontrar a alma-gemea' . E sempre me falaram que essa tal alma-gemea
é aquela pessoa que tem os mesmo gostos q o seu, aquela que é vc no sexo contrario.
E quando eu menos esperei encontrei minha alma-gemea, nunca acreditei nisso,mas naquele dia eu vi na minha frente tudo o que eu queria em uma garota.
Ela gostava das mesmas musicas que eu,das materias escolares,dos mesmo animais, sonhos de viajem, e as pessoas que eu nao gostava,incrivelmente ela tambem nao gostava!
Pensei que estava no céu, eu amava ela e ela me amava.E como amava!
Mais ironicamente, eu fui enjoando, fui querendo apenas zuar com os amigos, sem ela.Eu daria a vida para que ela nao quizesse sair comigo e eu pudesse ir com meus amigos, enquanto ela dava a vida para passar pelo menos uma hora comigo. E quando derepente minha alma-gemea se transformou em uma bonequinha, igual aquela boneca velha que minha irmã tinha, que só brincava com ela quando tinha vontade e se visse outra melhor deixava ela de canto, mas quando enjoava da nova, voltava pra ela dnovo e tornava a deixa-la na estante.
Mas como na historia do pinoquio, minha bonequinha criou vida e decidiu nao ser mais uma boneca. Ela me deixou e no começo eu só pensava quem seria minha proxima bonequinha,quem ia me ajudar quando eu mais preciso,quem ia ta comigo em todos os momentos, quem ia dar a vida por um momento comigo? E foi ai que minha ficha caiu e eu vi que eu tratei minha alma-gemea como uma boneca, que eu nao dei valor na coisa mais preciosa que eu tinha e dói adimitir isso.
Mas eu sei que a dor maior ainda não chegou, ela vai chegar quando A MINHA bonequinha decidir ser a bonequinha de outro cara.
E vai doer,como nunca doeu antes e a unica coisa que vou poder fazer é sofrer e remoer.
E é assim que eu estou conheçendo, o tal do arrependimento.
Calvin: "Você não pode subir aqui, Susie! Meninas não entram."
Susie: "Em primeiro lugar, que diabo faz você pensar que eu queira subir nessa árvore idiota?"
Calvin (depois de alguns segundos de silêncio): "Só uma menina pode tirar o divertimento que existe na discriminação sexual..."
Calvin and HobbesSusie: "Em primeiro lugar, que diabo faz você pensar que eu queira subir nessa árvore idiota?"
Calvin (depois de alguns segundos de silêncio): "Só uma menina pode tirar o divertimento que existe na discriminação sexual..."
Não me escolha como a eleita dos seus dias. Escolha uma dessas meninas com perfis de orkut todos iguais, que gostam de msn, que querem ser pedidas em namoro. Essas meninas que choram e sofrem, depois esquecem e ficam submissas. Dessas que conseguem se apaixonar, se apegar, amar. Eu não sou assim. Eu sou fria e jogo com as pessoas - não por maldade, mas porque inconscientemente me envolvo com brincadeiras, que na verdade são vidas de gente que ama e sofre de verdade. É, procure a saída mais próxima e parta de vez para uma relação humana, comum, sólida, eterna na sua duração e cheia de palavras e promessas de carinho. Eu tenho aflição de toque e sou incapaz de jurar amor sem pensar e ter certezas.
Eu tentei racionalizar você. Fiz minha cartilha e decorei minha fala: não tenho motivos para me apaixonar.
Verônica H.Eu tentei racionalizar você. Fiz minha cartilha e decorei minha fala: não tenho motivos para me apaixonar.
Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já não me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas e eu
não sei o que faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos....
São só garotos....
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos...
Perto de uma mulher
São só garotos...
Perto de uma mulher
São só ... garotos...
LeoniMilhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já não me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas e eu
não sei o que faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos....
São só garotos....
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos...
Perto de uma mulher
São só garotos...
Perto de uma mulher
São só ... garotos...
Ele me conta das meninas, eu conto dos caras. Eu acho engraçado quando ele fala "ah, enjoei, ela era meio sem assunto" e olha pra mim com saudade. Ele também ri quando eu digo "ah, ele não entendeu nada" e olho pra ele sabendo que ele também não entende, mas pelo menos não vai embora.
Tati BernardiNão me confunda com essas meninas bobas que tem medo de viver, muito menos, com essas que conseguem tirar a roupa no primeiro encontro. Saiba que não suporto meio-termo, intensidade é obrigatório. O morno me cansa, me consome inteira por dentro. Aceite meu lado mulherzinha que chora com a novela das 20h, mas ri alto com filmes de terror. Respeite o meu silêncio, que é mais produtivo que meu estado de euforia. Tente entender que vivo em um eterno carnaval de emoções inexplicáveis. Entenda que minha lealdade e fidelidade não significam que estou em suas mãos! É apenas um princípio que não descarto por ainda acreditar no ser humano. Não duvide das minhas promessas, dos meus sonhos infantis e do meu amor. Confie na minha transparência. Sou eternamente explícita. Se não gosto, não faço charme. Doa a quem doer, minha sinceridade e bem-estar são colocados em primeiro lugar, não nego.
Thais LuquezVocê me perdeu por achar que eu seria igual a todas as meninas que você conhece, eu me enganei sobre tudo em você, você era exatamente o contrário do que eu imaginava, ontem era uma dor saber que eu não poderia ter você, hoje é um alívio saber que eu não quero mais ter você, eu não estou louca eu estou bem, estou melhor do que nunca sabendo quais são as suas verdadeiras intenções.
Jeanine araújoNós, meninas, garotas, mulheres, crianças do sexo femenino, sempre temos tendência a se iludir mais. Pensar que aquele ‘OI’ que aquele garoto deu, poderia ser igual a aquela parte, sabe? Daquele filme de amor lindo que nós todas não nos cansamos de ver e nos apaixonamos. É, nós temos tendência a exagerar. Temos tendência a achar que todos os meninos vão ser igual o daquele filme, o último que lançou sabe? Que a menina é doente e ele doa alguma parte do corpo para salvar a vida dela. Filme é filme. Uma história que já tem um fim. A nossa vida é uma consequência dos nossos atos, então não temos um fim, quer dizer, na verdade temos um, mas sempre fugimos disso.
Isadora Pacher.VINÍCIUS DE MORAES – ROSA DE HIROSHIMA
Pense nas crianças mudas telepáticas
Pense nas meninas cegas inexatas
Pense nas mulheres, rotas alteradas
Pense nas feridas como rosas cálidas
Mas só não se esqueça da rosa, da rosa
Da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária
A rosa radiotiva, estúpida, inválida
A rosa com cirrose a anti-rosa atômica
Sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada
Vinício de MoraesPense nas crianças mudas telepáticas
Pense nas meninas cegas inexatas
Pense nas mulheres, rotas alteradas
Pense nas feridas como rosas cálidas
Mas só não se esqueça da rosa, da rosa
Da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária
A rosa radiotiva, estúpida, inválida
A rosa com cirrose a anti-rosa atômica
Sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada
Mais uma série de “meninas como eu”... (caramba, gostei disso hein).
Bom, meninas como eu, saem com a família, mas deixam o coração e a cabeça junto com o homem de sua vida. Meninas como eu passam frio às 01:00am, porque isso faz com que ela se sinta mais perto dele, o que consequentemente nos deixa mais seguras, e mais protegidas, talvez o frio que passamos na frente do pc, seja mais acolhedor do que a falsa sensação de calor que o cobertor e a cama solitária pode proporcionar...
Meninas como eu, perderiam noites de sono, deixariam de comer, de estudar ou qualquer outra coisa importante, só pra ouvir aquela bronca gostosa que só ele sabe dar. Meninas como eu, sentem vontade de provocar até a última gota para que ele perca a paciência e grite bem alto “Eu te amo, será que dá pra você se comportar?!”, porém, meninas como eu perdem a coragem porque sabemos que isso não os faz sentir bem.
Meninas como eu, choram só de pensar em passar um dia longe deles, de perder aquele homem doce que cuida da gente como nenhum outro, e nos enche de carinho.
Meninas como eu, enchem os olhos de lágrimas ao ouvir Jewel - You were meant for me ou Owl City - Vanilla Twilight, porque tem uma melodia QUASE tão encantadora quanto o som da risada dele.
Meninas como eu, perdem horas ensaiando o que dizer quando estiver olhando nos olhos dele, mesmo tendo a absoluta certeza de que nada do que foi ensaiado vai ser lembrado, e que mesmo sabendo o que dizer, ele vai precisar me lembrar de que se eu não respirar, vou morrer.
Meninas como eu, tentam ser discretas, tentam não dizer que o som da voz dele faz com que os pêlos da nuca se arrepiem e por alguma razão que eu ainda desconheço, (ou não) a respiração muda, os batimentos cardíacos aumentam, e o calor invade a alma pra mostrar o quanto ele é especial.
Talvez os homens nem se dêem conta, mas meninas como eu, adoramos a censura de suas palavras, as bobagens que eles falam, que mesmo quando não tem sentido algum, rimos deliciosamente. Adoramos quando eles se prontificam a ficar bem pertinho quando estamos carentes, e necessitamos de palavras doces e românticas o tempo todo.
Estou com sono, eu queria dormir, mas só consigo depois de ficar aproximadamente uma hora ouvindo o som da voz dele, invadindo o meu interior, e dizendo várias vezes que me ama, tanto quanto eu o amo e que sem mim, não dá.
Meninas como eu, precisam de uma dose extra de amor todos os dias, ao acordar, e um porre de amor antes de dormir, porque isso faz com que eu me sinta mais viva a cada segundo, principalmente os que ele está ao meu “lado”.
Loid MillaBom, meninas como eu, saem com a família, mas deixam o coração e a cabeça junto com o homem de sua vida. Meninas como eu passam frio às 01:00am, porque isso faz com que ela se sinta mais perto dele, o que consequentemente nos deixa mais seguras, e mais protegidas, talvez o frio que passamos na frente do pc, seja mais acolhedor do que a falsa sensação de calor que o cobertor e a cama solitária pode proporcionar...
Meninas como eu, perderiam noites de sono, deixariam de comer, de estudar ou qualquer outra coisa importante, só pra ouvir aquela bronca gostosa que só ele sabe dar. Meninas como eu, sentem vontade de provocar até a última gota para que ele perca a paciência e grite bem alto “Eu te amo, será que dá pra você se comportar?!”, porém, meninas como eu perdem a coragem porque sabemos que isso não os faz sentir bem.
Meninas como eu, choram só de pensar em passar um dia longe deles, de perder aquele homem doce que cuida da gente como nenhum outro, e nos enche de carinho.
Meninas como eu, enchem os olhos de lágrimas ao ouvir Jewel - You were meant for me ou Owl City - Vanilla Twilight, porque tem uma melodia QUASE tão encantadora quanto o som da risada dele.
Meninas como eu, perdem horas ensaiando o que dizer quando estiver olhando nos olhos dele, mesmo tendo a absoluta certeza de que nada do que foi ensaiado vai ser lembrado, e que mesmo sabendo o que dizer, ele vai precisar me lembrar de que se eu não respirar, vou morrer.
Meninas como eu, tentam ser discretas, tentam não dizer que o som da voz dele faz com que os pêlos da nuca se arrepiem e por alguma razão que eu ainda desconheço, (ou não) a respiração muda, os batimentos cardíacos aumentam, e o calor invade a alma pra mostrar o quanto ele é especial.
Talvez os homens nem se dêem conta, mas meninas como eu, adoramos a censura de suas palavras, as bobagens que eles falam, que mesmo quando não tem sentido algum, rimos deliciosamente. Adoramos quando eles se prontificam a ficar bem pertinho quando estamos carentes, e necessitamos de palavras doces e românticas o tempo todo.
Estou com sono, eu queria dormir, mas só consigo depois de ficar aproximadamente uma hora ouvindo o som da voz dele, invadindo o meu interior, e dizendo várias vezes que me ama, tanto quanto eu o amo e que sem mim, não dá.
Meninas como eu, precisam de uma dose extra de amor todos os dias, ao acordar, e um porre de amor antes de dormir, porque isso faz com que eu me sinta mais viva a cada segundo, principalmente os que ele está ao meu “lado”.
Ela o olhava, distante, curiosa e com certo receio. Em volta, meninos e meninas pareciam iguais, quase nus. Mais alguns passos. Afastou-se. Percorreu ruas e ruas. Quase nada. Somente tribos. Somente qualquer coisa que a antropologia pudesse explicar.
Em volta, os gênios estavam oprimidos. Os diferentes reprimidos. Os iguais, toleráveis, sempre juntos. Os injustos nunca punidos. Estranha, ela era. Vestia-se de jeito comum. Andava como queria. Falava sem pensar e às vezes pensava demais. Fazia trocadilhos. Engolia seu próprio sarcasmo. Dançava sons diferentes. Até tentava compor.
Não gostava de usar palavrão, embora também, por vezes, fosse um pouco vulgar. Contraditória. Gritava sem ter um motivo. Amava alguém que nem parecia ser tão anormal. Julgava. Era julgada. Apostava. Nunca se entendeu muito com a tal da certeza.
Não tinha dons. Não se encaixava em quase nada. Não tinha rótulos, ainda que rotulasse e decifrasse alguns códigos de barras.
Perdia o trem. Atrasava-se. Comprou um relógio de camelô. Cinco ou 10 “pila” no bolso. Um chocolate crocante. Um vício. Muitas virtudes.
Empurrada pro centro do universo. Pretendia continuar habitando aonde sua mala chegasse. Errante, não. Tentava fazer o certo, por mais errado que tudo pudesse parecer. Afinal, ela e um pouco dos outros, somente aparências... Por dentro podia ser outro alguém. Por hora, era só aquilo... Voltaria, um dia, para rever os estranhos.
Dominava o desassossego da razão.
Sua liberdade era o desapego.
Aline DiedrichEm volta, os gênios estavam oprimidos. Os diferentes reprimidos. Os iguais, toleráveis, sempre juntos. Os injustos nunca punidos. Estranha, ela era. Vestia-se de jeito comum. Andava como queria. Falava sem pensar e às vezes pensava demais. Fazia trocadilhos. Engolia seu próprio sarcasmo. Dançava sons diferentes. Até tentava compor.
Não gostava de usar palavrão, embora também, por vezes, fosse um pouco vulgar. Contraditória. Gritava sem ter um motivo. Amava alguém que nem parecia ser tão anormal. Julgava. Era julgada. Apostava. Nunca se entendeu muito com a tal da certeza.
Não tinha dons. Não se encaixava em quase nada. Não tinha rótulos, ainda que rotulasse e decifrasse alguns códigos de barras.
Perdia o trem. Atrasava-se. Comprou um relógio de camelô. Cinco ou 10 “pila” no bolso. Um chocolate crocante. Um vício. Muitas virtudes.
Empurrada pro centro do universo. Pretendia continuar habitando aonde sua mala chegasse. Errante, não. Tentava fazer o certo, por mais errado que tudo pudesse parecer. Afinal, ela e um pouco dos outros, somente aparências... Por dentro podia ser outro alguém. Por hora, era só aquilo... Voltaria, um dia, para rever os estranhos.
Dominava o desassossego da razão.
Sua liberdade era o desapego.
Chico Buarque
Sempre foi a mais bonita das meninas dessa sala.
Não, não é do Chico Buarque, é daquele que vos fala
Que, por sua conta e risco, admirava as melenas
Da menina encantadora, que não era de Atenas.
Para ela declamava os poemas de Neruda,
Era um sinal dos tempos, uma “paixonite” aguda.
Comentavam toda hora a Geni, a Carolina,
Mas um dia, a Roda viva afastou-o da menina.
Despedida lacrimosa cheia de “não me abandone”,
Procurou diversas vezes conversar por telefone.
Inspirado na Maysa ou, ainda, no Jacques Brel,
O contato se manteve, só que via Embratel.
Com o tempo, declinaram duração, ardor, freqüência
E, com o passar da banda, conformou-se com a ausência.
Corroída pouco a pouco, desabou a construção.
Amanhã foi outro dia, apesar do coração.
Muitos anos se passaram, numa festa do colégio,
Encontraram-se de novo. Dissipado o sortilégio.
Passearam em silêncio pelo pátio da escola,
Recordando os bons tempos, quando lhe passava cola.
Procurava ver no rosto da senhora corpulenta,
Entre rugas, o sorriso, o encanto, a pimenta,
Que haviam desertado sem sinal de compaixão.
Ocorreu-lhe: “Para ela é a mesma sensação?”
Conversaram mais um pouco com colegas de outrora.
Nada mais fazia a ponte do “então” e do “agora”.
Cabisbaixo, afastou-se sem que ela o notasse.
Caminhando, só lembrava a mais linda da sua classe.
Por instantes, a lembrança cativava por inteiro
Parecia-lhe ouvi-la a cantar Pedro Pedreiro
A imagem se turvava , apesar de obsessiva.
Era tudo a vingança da maldita roda viva.
Relembrava os momentos do passado esquecido
E o trauma do encontro com o grande amor perdido.
Vítima de uma lembrança que um dia o deixou louco,
Prisioneiro de uma frase “partir é morrer um pouco”.
Uma farsa do destino, um embuste traiçoeiro
O instante revivido não valia o primeiro.
Um abraço, um beijo morno e a viu se afastar
Uma lágrima a segue , um suspiro: Vai passar.
*Do livro ´´Desespero Provisório``, Ed. Edicon
Alexandru SolomonSempre foi a mais bonita das meninas dessa sala.
Não, não é do Chico Buarque, é daquele que vos fala
Que, por sua conta e risco, admirava as melenas
Da menina encantadora, que não era de Atenas.
Para ela declamava os poemas de Neruda,
Era um sinal dos tempos, uma “paixonite” aguda.
Comentavam toda hora a Geni, a Carolina,
Mas um dia, a Roda viva afastou-o da menina.
Despedida lacrimosa cheia de “não me abandone”,
Procurou diversas vezes conversar por telefone.
Inspirado na Maysa ou, ainda, no Jacques Brel,
O contato se manteve, só que via Embratel.
Com o tempo, declinaram duração, ardor, freqüência
E, com o passar da banda, conformou-se com a ausência.
Corroída pouco a pouco, desabou a construção.
Amanhã foi outro dia, apesar do coração.
Muitos anos se passaram, numa festa do colégio,
Encontraram-se de novo. Dissipado o sortilégio.
Passearam em silêncio pelo pátio da escola,
Recordando os bons tempos, quando lhe passava cola.
Procurava ver no rosto da senhora corpulenta,
Entre rugas, o sorriso, o encanto, a pimenta,
Que haviam desertado sem sinal de compaixão.
Ocorreu-lhe: “Para ela é a mesma sensação?”
Conversaram mais um pouco com colegas de outrora.
Nada mais fazia a ponte do “então” e do “agora”.
Cabisbaixo, afastou-se sem que ela o notasse.
Caminhando, só lembrava a mais linda da sua classe.
Por instantes, a lembrança cativava por inteiro
Parecia-lhe ouvi-la a cantar Pedro Pedreiro
A imagem se turvava , apesar de obsessiva.
Era tudo a vingança da maldita roda viva.
Relembrava os momentos do passado esquecido
E o trauma do encontro com o grande amor perdido.
Vítima de uma lembrança que um dia o deixou louco,
Prisioneiro de uma frase “partir é morrer um pouco”.
Uma farsa do destino, um embuste traiçoeiro
O instante revivido não valia o primeiro.
Um abraço, um beijo morno e a viu se afastar
Uma lágrima a segue , um suspiro: Vai passar.
*Do livro ´´Desespero Provisório``, Ed. Edicon
São vozes do além
Que ouço seu nome
Naquela cinza e branca colina
Onde as meninas se mataram enforcadas
Suas matas tão fechadas
Hoje ninguém mais ousa entrar lá
Mais como fumaça
Um certo cavalo negro
Atravessou e me mandou uma carta
Uma carta que dizia:
"-Suas meninas estão bem.."
Mais como nem toda noite é eterna
Me matei, antes que seus olhos
Pudessem ver e sentir
Meu ultimo suspiro foi:
"-Nunca te esqueci..."
Gustavo TavaresQue ouço seu nome
Naquela cinza e branca colina
Onde as meninas se mataram enforcadas
Suas matas tão fechadas
Hoje ninguém mais ousa entrar lá
Mais como fumaça
Um certo cavalo negro
Atravessou e me mandou uma carta
Uma carta que dizia:
"-Suas meninas estão bem.."
Mais como nem toda noite é eterna
Me matei, antes que seus olhos
Pudessem ver e sentir
Meu ultimo suspiro foi:
"-Nunca te esqueci..."
É ainda existe aquelas meninas que criam alguém maravilhoso e pah
Mais se eu pudesse dizer pra todas elas que tudo isso é bobagem, não existe conto de fadas, então não existe príncipes também, tantas meninas sonham encontrar o seu amor ideal, mais se elas soubessem que nunca vão encontrar o cara certo o amor certo, tantas meninas sonham com amores eternos, mais isso é apenas mais uma mentira dessa sociedade fútil em que vivemos, que dizem que cada um tem sua metade da laranja, discordo, então porque viveríamos tanto pra sofrer tanto, se tivéssemos realmente a metade da laranja a gente não iria sofrer iríamos apenas amar e ser amado :///
Bruna Tamiely ThollMais se eu pudesse dizer pra todas elas que tudo isso é bobagem, não existe conto de fadas, então não existe príncipes também, tantas meninas sonham encontrar o seu amor ideal, mais se elas soubessem que nunca vão encontrar o cara certo o amor certo, tantas meninas sonham com amores eternos, mais isso é apenas mais uma mentira dessa sociedade fútil em que vivemos, que dizem que cada um tem sua metade da laranja, discordo, então porque viveríamos tanto pra sofrer tanto, se tivéssemos realmente a metade da laranja a gente não iria sofrer iríamos apenas amar e ser amado :///
Saudade da Infância
A infância em que não se tinha problemas em misturar meninas com meninos no mesmo dormitório.
A infância em que a internet não podia substituir o contato com os amigos.
A infância em que a briga entre amigos durava apenas 1 dia.
A infância em que a novidade da semana era o novo colega de sala.
A infância em que a grande conquista era completar o álbum de figurinhas.
A infância em que tínhamos raiva por não entender o comportamento das pessoas que se comportavam como eu e você nos comportamos hoje.
Paulo Henrique Antunes de Almeida MouraA infância em que não se tinha problemas em misturar meninas com meninos no mesmo dormitório.
A infância em que a internet não podia substituir o contato com os amigos.
A infância em que a briga entre amigos durava apenas 1 dia.
A infância em que a novidade da semana era o novo colega de sala.
A infância em que a grande conquista era completar o álbum de figurinhas.
A infância em que tínhamos raiva por não entender o comportamento das pessoas que se comportavam como eu e você nos comportamos hoje.
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